Hiatus ~

11 03 2009

Nossa… quanto tempo, não é?

Bom… É meio triste afirmar o que já pôde ser notado: o blog está  meio ‘abandonado’. Os últimos meses de 2008 foi bastante tumultuado para todas nós e acabamos não dando conta de manter o blog atualizado (eu sei… página na internet desatualizada?! pecado!).

Por conta disso, estamos colocando o blog em ‘hiatus oficial’. Estamos com planos de voltar logo à ativa (até porque acho que estamos todas ansiosas para partilhar nossas asneiras com vocês). Esperamos logo volte tudo ao ‘normal’. =)

É isso… Então, até breve.





A mudança de que precisamos

31 10 2008

Por Taíse Parente

Dia quatro de novembro de 2008. Um dia que, na opinião de muitos, mudará a história e de fato pode.  É o dia em que milhares de americanos terão a chance de contrariar a crença mundial de que são preconceituosos ao escolher o primeiro presidente negro dos EUA ou então, continuar com a segurança conservadora que vêm escolhendo nos últimos anos. Mas a disputa está tão acirrada quanto definida. O senador democrata Barack Obama, encontra-se, a cinco dias das eleições, apenas alguns pontos percentuais à frente do senador republicano John McCain. Diferença esta que pode, improvavelmente, mudar, dependendo do resultado em alguns estados chave da eleição.

A campanha de Obama, além de ser mais forte se beneficiou da atual crise econômica por que passam os Estados Unidos, dos erros do adversário e da maior quantidade de dinheiro arrecadado. Para seu benefício, os americanos parecem incapazes de dissociar McCain do atual odiado mundialmente governo Bush, causador  de uma guerra irresponsável e de uma crise tão grave quanto a de 29. Além disso, McCain, apesar de ter feito uma ótima escolha em apontar uma mulher como sua vice, não foi bem sucedido ao escolher Sarah Palin, a despreparada governadora do Alasca. Palin, além de cometer gafes reprovadas pelo prórpio partido e ser incapaz de responder a uma pergunta diretamente, foi rainha de diversos escândalos que vão de gastar 150 mil dólares do comitê republicano com roupas e acessórios à ter sua filha indo contra todos os valores familiares conservadores do partido ao se encontrar grávida e solteira. Em uma eventual morte do já idoso McCain, não estaria nem de longe preparada para exercer tão alto cargo. A propaganda de cada partido também é um ponto chave nas eleições. A cada comercial republicano na televisão existem quatro democratas, incluindo um de meia hora milionário antes de um jogo da liga mundial de beisebol na última quarta, 29. Ainda assim, McCain se sustenta, incrivelmente, a uma diferença irrisória nas pesquisas. Seria isso pelo seu status de veterano de guerra, suas propostas ou pelo simples fato de ser branco?

Seja lá qual for o motivo e o show que é a campanha presidencial dos Estados Unidos à parte, os dois candidatos tem suas falhas e representam um risco. McCain parece não se interessar muito pela crise econômica, assunto mais discutido em debates, ou no mínimo não entender muito do assunto e não se esforçar para tanto. Analistas dizem que o candidato não foi ele mesmo durante a campanha e perdeu muitos pontos ao criticar tão fortemente Obama  chamando-o de socialista, amigo de terroristas, entre outros. Obama, apesar de carismático e ter angariado votos de quem não tem nem o direito a tal ao redor do mundo, ainda não foi completamente claro sobre suas crenças. Como diz a revista americana The Economist[i]: “Então a condição de estrela do Sr. Obama lhe será util como presidente. Mas somente isso não sera o suficiente para merecer-lhe o emprego. Carisma não irá resolver (os problemas n)a saúde, nem lidar com o Irã. Será que ele pode governar bem? Duas dúvidas se apresentam: Sua falta de experiência executiva; e a suspeita de que ele é muito de esquerda.”[ii]

A vantagem de Obama começou a surgir no ápice da crise financeira, quando os americanos começaram a confiar mais neste para resolver tal problema. Não só americanos mas todo o mundo. Em seu comício na Alemanha levou 200.000 pessoas às ruas, mais do que em seu próprio país; na frança fez uma entrevista coletiva junto com Nicolas Sarkozy, privilégio não concedido a McCain; e na Inglaterra grande parte da direita britânica, tradicionais aliados dos republicanos, parecem preferir Obama. A tendência de republicanos apoiarem o democrata foi grande também nos Estados Unidos, onde o antigo secretário de estado de Bush e republicano Colin Powell endossou o candidato.

A euforia é tão grande que as chances de decepção se tornam maiores do que nunca. O povo americano espera mudança, quer unir o país no melhor estilo americano. O mundo também quer mudança, mas mudanças que entram em choque com as que os americanos querem. O mundo quer ajuda, quer os Estados Unidos como aliado e não como polícia. Por mais que Obama se mostre um rápido aprendiz e capaz de ouvir todos os lados de uma questão, não há como agradar a todos. Afinal, apesar de se mostrar liberal em diversos pontos, carismático e contra a guerra, o democrata ainda é americano e muito mais do que se pensa. Nos momentos decisivos, os interesses de seu país serão defendidos, ele exigirá tanto da Europa quanto exigirão dele e a opinião de seu povo será mais importante do que a de outros. Pensar em Obama como pai de uma mudança histórica pode ser o motivo de uma decepção mundial, perigo que McCain não sofre, o que se espera dele não é nada mais do que é o governo Bush agora.

No entanto, o risco é válido. O próximo presidente terá desafios imensos que são de interesse mundial como o aquecimento global, a crise e a guerra do iraque. Querer mudança é, de fato, o primeiro passo para mudar; querer união é o primeiro passo para o fim do preconceito. Como Obama disse em seu belo discurso de aceitação da candidatura democrata: “Essa é uma das tarefas que anunciamos no início desta campanha – de continuar a longa marcha daqueles que vieram antes de nós, a marcha para uma America mais justa, mais igual, mais livre, mais atenciosa e mais próspera. Eu escolhi concorrer à presidência nesse momento da história porque acredito profundamente que não podemos resolver os desafios do nosso tempo se não for em conjunto – se não aperfeiçoarmos nossa união entendendo que podemos ter histórias diferentes, mas temos esperanças comuns; que podemos não ter a mesma aparência e não vir do mesmo local, mas nós todos queremos nos mover na mesma direção – em direção a um futuro melhor para nossos filhos e nossos netos.”[iii]

Assim, esperemos. Dia 4 de novembro saberemos, enfim, o resultado que pode mudar o mundo. Seja McCain o escolhido, torçamos para que suas afirmações de que é diferente de Bush sejam verdade; seja Obama o novo presidente, esperemos que ele seja humano e possa cometer erros, mas que também seja mais do que uma simples luz no fim do túnel; seja, de fato, um clarão.


[i] Em todas as eleições a revista americana The Economist, altamente conceituada, oferece seu apoio a um candidato. Este ano Barack Obama foi escolhido, bem como, em outros anos, John Kerry e George W. Bush também o foram.

[ii] Tradução livre. Edição de 30 de outubro de 2008. (edição impressa)

[iii] Tradução livre. Discurso de aceitação da indicação democrata à candidatura de Obama em 28 de agosto de 2008.

ENTENDA MAIS SOBRE COMO FUNCIONA O SISTEMA DE VOTAÇÃO AMERICANO (É MAIS DIFÍCIL DO QUE SE IMAGINA):

http://noticias.uol.com.br/ultnot/especial/2008/eleicaoeua/regras/





Colunista ministra palestra voltada para estudantes de Jornalismo

24 10 2008

Aydano André Motta fala sobre a sua trajetória profissional para os calouros de Comunicação Social na PUC

  No dia 23 do último mês, o jornalista Aydano André Motta participou da tarde de palestras promovida pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio). Formado pela Universidade Federal Fluminense (UFF), o colunista começou no jornal niteroiense O Fluminense e já trabalhou no O Dia e no Jornal do Brasil. Atualmente é editor do blog de Ancelmo Gois no jornal O Globo e um dos colaboradores da coluna. Segundo Motta, a leitura diária de jornais é fundamental para um bom desempenho na profissão. Com 22 anos de carreira, Aydano trabalhou como comentarista no canal SporTV e já cobriu duas copas do mundo, da França e Alemanha.

Aydano aposta na versatilidade no jornalismo

  Para ele, a principal razão de ingressar na profissão é amar o que faz, pois jornalistas têm uma longa jornada de trabalho. “O jornalismo é uma das profissões que mais se assemelha ao sacerdócio”, disse. Motta também falou da versatilidade na área do jornalismo, da importância de saber de tudo um pouco. De acordo com ele, é um erro querer iniciar a carreira visando se especializar em uma determinada temática.

  Além disso, alertou os alunos para que se preparem, estando sempre bem informados e, desse modo, aptos a entrarem no competitivo mercado de trabalho. Para o palestrante, os repórteres devem ser cautelosos na hora de fazer as matérias, especialmente com a apuração dos fatos e a sua publicação.

As novas mídias e questões polêmicas

  O estágio é outro ponto importante segundo Aydano, já que através dele, o estudante de jornalismo vai adquirindo a experiência necessária, antes mesmo da graduação. Para Motta, a criação de um blog é essencial para treinar o estilo jornalístico, enfim, ir se acostumando com a linguagem específica da profissão. O futuro da leitura exclusiva do jornal impresso também está com os dias contados segundo o jornalista. O surgimento de novas mídias vem sendo inevitável e continuará assim a curto prazo. “Nos EUA, a audiência dos jornais impressos cai vertiginosamente e a audiência dos jornais online sobe na mesma proporção”, disse.

  No final da palestra, Motta discutiu ainda sobre temas da atualidade como a relação do Brasil com a América Latina. Os presidentes Evo Morales e Hugo Chávez foram mencionados, assim como as suas políticas governamentais. E finalmente, defendeu a obrigatoriedade do diploma de Jornalismo.

Por Clarice Souza   

 

 

 

 





Crônica do Absurdo

22 10 2008

Por Hanna Melo

Os brasileiros vivem num estado de total descrença.

Domingo, dia de decisão. Os cariocas irão ás urnas decidir o futuro da cidade com a escolha para o novo prefeito. A teoria é essa e a prática, conseqüentemente. Porém, os mesmos não são afetados pelas campanhas.

Estranhamente o Rio, centro de decisões e manifestações políticas, parece “cru” por assim dizer, um estado no mínimo pessimista em relação às mudanças.

 

Hospital Miguel Couto fecha a emergência por falta de médicos; crise na economia; policiais brigam entre si ao invés de serem contrários a violência; Paes e Gabeira pretendem continuar os projetos de César Maia nas comunidades carentes. Descasos, descasos e mais descasos. Os motivos semeadores da descrença são claros, basta limpar os olhos e sair ás ruas nu da hipocrisia pregada pelo sistema. Não sejamos omissos, há muito a ser feito e estamos de mãos atadas. Afirmação paradoxal a globalização e a era do “esclarecimento”.

 

Fomos educados, desde o surgimento nocional de política, a crer de forma devota nos chefes de Estado; sem alimentar dúvida, sem levar em conta o finito, uma crença quase literal ou literária de cordéis cômico-tristes.

Albert Camus, homem de muitas faces, usa a na figura do mito Sísifo para discorrer sobre a angústia da semi-realização. No mito, Sísifo é designado pelos Deuses a carregar uma pedra até o cume da montanha, quando vê seu objeto de esforço cair.

 

Camus faz uma analogia a situação dos milhares de operários que labutam todos os dias e recomeçam no seguinte. Mas Sísifo é lúcido e, embora impotente e revoltado, conhece toda a extensão da sua miserável condição. É essa condição que Sísifo pensa durante a sua descida, pois, para Camus, a clarividência que devia fazer o seu tormento consome ao mesmo tempo também a sua vitória. Albert Camus nos diz que não há destino que não se transcenda pelo desprezo, e acrescenta: “se a descida se faz assim, em certos dias, na dor, pode também fazer-se na alegria.

 

Tal como o personagem lembrado pelo filósofo francês, são os brasileiros que no desespero dos anos conseguem inicia-lo com Carnaval e finda-lo com as gloriosas festas natalinas, com direito a troca de presentes e afirmações de promessas no Ano Novo. E ainda torce por um futebol melhor. Afinal, mesmo aqueles que desconhecem parecem seguir a frase do pensador: “Não existe pátria para quem desespera”.





“Última Parada 174″: versão humana de uma tragédia

10 10 2008

 

Ontem (09), aconteceu na PUC-Rio a segunda pré-estréia do longa-metragem Última Parada 174, de Bruno Barreto. A inspiração para a criação do filme surgiu em Bruno após assistir ao documentário Ônibus 174, de José Padilha, e ter várias dúvidas acerca da história. O documentário de Padilha conta a história de Sandro Nascimento e do ônibus sequestrado por ele na rua Jardim Botânico, em 2002, onde uma refém foi morta.

 

A pergunta que mais lhe atiçava a curiosidade de Bruno era “por que Elza (nome verdadeiro da personagem Marisa) havia adotado Sandro como seu filho?”. Assim, junto com o roteirista Bráulio Mantovani, criou a trama ficcional, baseada em fatos reais da vida de Sandro e de Elza.

 

O filme começa contando a história de um menino chamado Alessandro. Em uma favela do Rio de Janeiro, em 1983, Marisa, viciada em drogas, tem o filho tomado do seu colo pelo chefe do tráfico local, devido a uma dívida não paga. Expulsa da comunidade com apenas a roupa do corpo, a mãe nunca mais vê o menino. Passados os anos, Marisa, parcialmente restituída, torna-se freqüentadora assídua de cultos religiosos. Porém, ao descobrir que o traficante que lhe roubara o filho fora morto, passa a ter como objetivo a incansável missão de reencontrar a criança.

 

Em São Gonçalo, 1993, a vida de outro menino muda de rumo; este chamado Sandro. Filho único, de apenas dez anos, vê a mãe ser morta com facadas na barriga por ladrões. Passa uns tempos com sua tia, mas decide fugir por não se sentir a vontade na casa dela. Se junta a um grupo de garotos que começa a levá-lo para o mundo das drogas e dos furtos. Sandro tem sonhos como qualquer menino – o dele era ser um famoso compositor de rap. Como se não bastasse o trauma vivido com a morte da mãe, o garoto é vítima da “Chacina da Candelária”, onde oito meninos de rua foram mortos por um grupo de extermínio.

 

Um destino incerto liga a vida de Sandro e Alessandro que se tornam amigos numa instituição para menores infratores. Em sua busca por Alessandro, Marisa encontra Sandro e acredita ter achado seu filho perdido. A ligação entre esses três se intensifica e, apesar da previsibilidade do final – o seqüestro do ônibus 174 -, algo de excepcional aguarda os espectadores que ficarem até a última “flor” do filme.

 

“O vôo de criação é um vôo cego” – disse Bruno Barreto, ao comentar que só a mostra do longa faz com que ele veja o filme que fez. “Última Parada 174” foi escolhido para representar o Brasil na premiação da Academia. Entre noventa filmes, cinco serão selecionados para concorrerem ao Oscar de melhor filme estrangeiro. A cerimônia de entrega do Oscar será no dia 22 de fevereiro de 2009.

 

A idéia do filme é contar a história de uma mãe que perde o filho e de um filho que perde a mãe. “O filme é pra mostrar a condição humana e não a condição social do Brasil” – disse Bruno Barreto durante um debate promovido após a exibição do longa na PUC.

Com dezoito filmes no currículo, Bruno contou que a melhor experiência de sua vida foi trabalhar com atores semi-profissionais, como Michel de Souza (Sandro) e Marcello Melo Júnior (Alessandro). Ele fala que os diretores estão se distanciando dos atores e que o que mais gosta na atividade de cinema é dirigir atores.

 

Ao ser perguntando sobre o tiro que matou a jovem professora, no caso do ônibus 174, Bruno conta que o atirador do BOPE nunca havia errado um tiro. No entanto, o alvo não pode olhar para o atirador e, como Sandro o olhou, ele se descontrolou e atirou fora de mira. A bala dele passou de raspão na garota, que se assustou – tal como o rapaz. Ele afirmou que, diferente do que alguns pensam, o tiro que a matou veio da arma de Sandro. Entretanto, a opinião pessoal de Bruno, é que ele não pretendia matá-la. Apesar de ter um histórico de violência, ele nunca tinha matado antes.

 

Bruno disse que queria trazer complexidade e ambigüidade para todos os personagens, ao ser indagado sobre a selvageria do amor de Sandro e Soninha – garota de programa por quem, supostamente, o rapaz se apaixonara.

 

O filme tem uma vertente clássica, podendo comparar a cumplicidade de Sandro e Alessandro com a dos irmãos Caim e Abel.

 

Marcello falou sobre o trabalho do grupo e dos atores na construção dos personagens. Disse que o seu, conhecido como “Alê monstro”, fora baseado no encapuzado que aparece no documentário Ônibus 174.

 

Contou que seu amigo Thiago Martins – que na época gravava o filme Era uma vez – recomendou que ele tomasse cuidado com a expressão corporal, pois “no cinema tudo fica muito grande”, provocando uma série de risos no público.

 

A preparação dos atores foi iniciada por Fátima, mas, devido a alguns desentendimentos com o diretor, passou a encargo de Ricardo e Rogério Blat. Segundo Bruno, eles eram mais “acessíveis”.

 

A cena que mais mexeu com Marcello foi a que seu personagem tem que esfaquear um homem. O jovem ator foi elogiado por sua capacidade de dar ‘continuidade’ ao personagem durante toda a história e por ter ‘encarnado’ o Alessandro. “Fazer esse filme era uma responsabilidade muito grande, pois já havia tido o documentário” – disse Marcello.

 

O filme mostra seca e abruptamente a realidade da violência. Apesar de ser um filme agitado, penetra profundamente na emoção, na humanidade do espectador. A estréia oficial nos cinemas está marcada para 24 de outubro (sexta) e já promete ser movimentada. Esse é mais um filme que mostra que o Brasil tem potencial cinematográfico. Agora resta que os brasileiros notem isso.

 

Para quem quiser uma “palhinha”, segue-se aqui o trailer do filme:

 

 

 

Por Jessica Cezar ~





Faculdade…durante e depois!

9 10 2008
COISAS QUE   VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ENTRAR NA FACULDADE:
1. Não importa o quão tarde é a sua primeira aula, você vai dormir urante ela;
2. Você vai mudar completamente e nem vai notar;
3. Você pode amar várias pessoas de maneiras diferentes;
4. Alunos de faculdade também jogam aviões de papel durante as aulas;
5. Se você assistir às aulas calçado, todo mundo vai perguntar por que você foi tão chique para a faculdade;
6. Cada relógio no prédio mostra um horário diferente;
7. Se você era inteligente no colegial… azar o seu!
8. Não importa tudo o que você prometeu quando passou no vestibular, você vai às festas da faculdade, mesmo que sejam na noite anterior à prova final;
9. Você pode saber toda a matéria e ir mal na prova;
10. Você pode saber nada da matéria e tirar dez na prova;
11. A sua casa é um ótimo lugar para se visitar;
12. A maior parte da educação é adquirida fora das aulas;
13. Se você nunca bebeu, vai beber;

14. Se você nunca fumou, vai fumar;
15. Se você nunca transou, vai transar;
16. Se você não fizer nada disto durante a faculdade, não fará nunca mais na vida, a não ser que você faça uma nova faculdade;
17. Você vai se tornar uma daquelas pessoas que seus pais falaram para você não se meter com elas;
18. Psicologia é, na verdade, biologia;
19. Biologia é, na verdade química.
20. Química é, na verdade física;
21. Física é na verdade matemática;
22. Ou seja, que mesmo depois de estudar anos, você não vai saber nada.
23. Que sentir depressão, solidão e tristeza, não são frescuras de quem não tem o que fazer;
24. Que você sempre vai prometer que no próximo bimestre você vai estudar mais, festar menos, mas que sempre acontecerá o contrário;
25. As únicas coisas que compensam na faculdade são os amigos que você fará lá;
26. Não verá a hora de terminar a faculdade
27. E quando terminar, perceberá que foi a melhor época de toda a sua vida.
 
 
QUANDO A FACULDADE TERMINA OS SINAIS DE QUE VOCÊ NÃO ESTÁ MAIS NA FACULDADE ACONTECEM QUANDO:

1. Fazer sexo em cama de solteiro é um absurdo;
2. Há mais comida do que cerveja na sua geladeira;
3. 6:00 h da manhã é quando você acorda, e não quando vai dormir;

4. Você escuta a sua música preferida num elevador;
5. Você carrega um guarda-chuva e dá a maior importância para a previsão do tempo;
6. Seus amigos se casam e se divorciam ao invés de ficarem e terminarem;
7. Suas férias caem de 130 para 15 dias por ano;
8. Calça jeans e camiseta não são mais consideradas vestimenta;
9. É você que chama a polícia porque a mulecada do vizinho não sabe como abaixar o som;
10. Você não sabe mais que horas os auto-lanches fecham;
11. Dormir no sofá te dá uma puta dor nas costas;
12. Você não tira mais aquele cochilo do meio-dia as 6 da tarde durante a semana;
13. Você vai farmácia comprar um remédio para a dor de cabeça e antiácidos ao invés de camisinhas e testes de gravidez;
14. Você come as comidas do café da manhã na hora do café da manhã;
15. Em mais de 90% do tempo em que você passa em frente a um computador você está trabalhando de verdade;
16. Você não bebe mais sozinho em casa antes de sair para economizar dinheiro antes da noitada;
17. E o mais importante… Você não tem tempo nem se quer de ler este post e aproveitar para passá-lo para seus velhos amigos, para que eles lembrem que também estão velhos e os bons tempos da faculdade já eram..

 

 

 

 

O TEMPO PASSA DEPRESSA DEMAIS !!!

 





Divagações em Vancouver

6 10 2008

Primeiro eu queria me desculpar pelo fato do meu primeiro post ser em inglês…o problema é que eu estava sem idéias do que postar e me lembrei desse texto que escrevi quando tava no Canadá, de certa forma meio sem pé nem cabeça mas sei lá, eu gosto dele, são apenas divagações. O texto começa contando uma história e fazendo relação entre os sete pecados capitais e provérbios americanos como ” all work and no play makes jack a dull boy” e ” look before you leap”, entre outros mais escondidos. No começo confesso que é uma viagem total mas depois fica interessante uahauhuah =) bom, chega de falar….espero que não desistam no meio =P

PS: A foto fui eu q tirei lá em Vancouver

Taíse

 

 

“Leaving things behind is the best way of moving on”  

 

English bay, Vancouver, BC

 
 
 

 

 

 

I heard that once in a sticky teen TV show but since then, it’s become my motto. The thing is this: time is money. Or so they say. The real loss, however, it’s not money. Money is just the root of all evil. What you’ll lose holding a grudge, being proud, is life, either energy or moments of happiness.

 Ok, so maybe that’s a little bit harder to do then it looks, but you know what, all things come for those who wait. Wait, did I just say wait?! All righty then, let’s all just sit down and enjoy life because that’s the real thing. Humans and all their sloth. Why do anything when we can just wait? After all, all work and no play makes jack a dull boy….

 But let’s think for a moment about this, shall we. What if jack didn’t have time to play and was just another workaholic in the world, after all, he could HAVE to work…..nessecity is the mother of invention. And just because poor Jack had to work that makes him a dull boy, a fool and his money, that will soon be parted? But that is not the case, he just wanted to live in lust. Well, don’t we all want? maybe jack one day can figure out that love and not money makes the world go around. Better late than never.

 Poor little Jack, had a bird in his hand but ended up with two in the bushes. That seem to happen all the time, doesn’t it? Jack had the love and passion of the naive young minds but he wanted more, he was greedy. And without looking before leaping, (very impulsive person that jack, just like young ones ought to be) he ended up being incautious and trustful. He thought he had conquered all. Don’t count your chickens before they’re hatched, Jack. And now, instead of that love that he had before, he has money and innocence in the bushes. 

 It is a harsh world that one that we live in….a world that can change people. That life of lust that Jack wanted was just because he thought that the grass was greener on the other side of the fence and I mean, his friend’s. All that envy was the root of everything and now he’s crying over spilled milk.

 But sooner or later, all of that sadness over a life that he lost will end…..and it will all be revolved in wrath. That’s what happens to people, first we’re sad, than we get angry. Some can deal with it.

 Some can’t.

 Jack won’t. He is still young after all and will try to reach comfort in whichever he can. That can mean food, gluttony; drugs; friends, after all, a friend in need is a friend indeed; love; whatever.

 The circle of life…..maybe not fair but true. The bigger the rise, the higher the fall. Ok, all seven deadly sins jokes and proverbs apart, this was just an introduction to talk about human nature. What are we made of, our fears, our strengths, our needs? Are we all the same like moms are, or life has a different twist for each one of us?

 Some might say that their only fears are height, animals, job, whatever. All I have to say for those people is, get over it. This is just material stuff, or better, surpassable things.

 Some consider themselves strong for being fearless…The ones who are really strong, however, are people that admit to cry watching a chick flick or that know that sometimes this feeling should stop you from doing stupid stuff.

 What is fear? Like an opinion, is a different point of view, and everybody have one. This can change your mind about something or stop you from doing another. No matter how much you try to escape from it, fear is a sympathetic thing and will always be around. It can be materialized in a person, a place, a feeling….it doesn’t matter.

 Some people are afraid to be alone, or afraid to get hurt. Why do humans have this necessity to be with someone? Why aren’t we good enough by ourselves? Like someone said once, no man is an island and that means that nobody survives alone. We need to be loved because that is just the best feeling anyone can try. Love inspires, stimulate, but also can pull us down. Sometimes, because of a bad past experience or a future plan, some people block their hearts from leaping and don’t give themselves completely for the other.

 And that leads me to another question….can someone be complete being alone? Can someone be a peninsula!? Maybe we can, but is always better to be a continent. Maybe that’s why, after all. In the end of the day it doesn’t matter, for some people, who they are with, just as long as they are seen as whole….but are they? Or is it just a game of appearances? Is life an eternal high school, leaving us doomed to seek other people’s affection our whole life?! Is this healthy?

 What exactly make us less important than other people that we have to get their approval I don’t know. What I do know is that the ones that just don’t care are seen as freaks by society and that is just not about to change. It’s all about human nature. Being a social person requires it. The problem is exaggeration; you should never make it limit your life choices. If you don’t care at all you will be apart from society but if you do care too much, you just don’t live life. Anyway, our minds always play tricks with us and make us think that the others are caring about us much more than they actually are…..is kind of the egocentric essence of humans.

 Anyway, what we all have to figure is that life is about being truthful with yourself, being humble with others and seeking happiness inside because if you can’t make yourself happy nobody will. Shakespeare say the world is a stage and we are the actors. What I say is that you are the responsible for memorizing your own lines and making the show….you are the one responsible for your own performance and therefore, your own recognition by the public.

 It doesn’t matter which path we choose, when the show is over all that matters is how you feel about yourself and your own job. Being able to acknowledge our and other people’s mistakes and triumphs is the main thing. And following that line of thought, every actor has the same importance in the play….but some like to feel like a star. Let them be, knowing that is all just to hide some kind of insecurity. That’s who we are…..we hide our fears with a mask to feel stronger. Someday the ball will be over and the masks will have to be put away.

            Like John Donne said, “No man is an island, entire of itself; every man is a piece of the continent, a part of the main; if a clod be washed away by the sea, Europe is the less, as well as if a promontory were, as well as if a manor of thy friends or of thine own were; any man’s death diminishes me, because I am involved in mankind; and therefore never send to know for whom the bell tolls; it tolls for thee.”

 

 








Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.